PIONEIRISMO

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13º Salario

PIONEIRO DO 13º SALARIO

Trabalhando arduamente, logo começaram a surgir os frutos do empenho de Bernardo Monteverde.

Mas aquele não era um feito só seu e ele queria dividir com os seus colaboradores o sucesso alcançado. Foi assim que, em dezembro de 1940, tomou uma decisão de cunho altamente humanitário: numa época em que nem mesmo se cogitava o pagamento do 13º salário, Monteverde resolveu conceder prêmios a seus trabalhadores, levando em conta os esforços de cada um, a produção e o tempo de serviço. Por ocasião das festas natalinas, entregou a centenas de funcionários cadernetas de depósitos a prazo fixo, em quantias que variavam de um a cinco salários mínimos. Esses valores, posteriormente, proporcionaram condições para que muitos deles dispusessem de um montante que, acrescido de juros e novos depósitos, se converteu na aquisição da tão sonhada casa própria, na abertura de negócios próprios ou em investimentos. Muitos prosperaram no ramo do comércio e hoje, como Bernardo, também são empresários. Para a época, essa já era uma visão ultramoderna de administração.

A iniciativa de Bernardo Monteverde inspirou o senador Aarão Steinbruch a elaborar o projeto de lei criando o 13º salário, sancionado pelo presidente Getúlio Vargas.